Palma palma! Não priemos cânico!

Caros Whookers,

Por motivo de wibbly wobbly timey wimey stuff, nosso editor e faz-tudo Raphael Salimena está impossibilitado de editar o podcast, então não teremos episódio novo do Who Cares hoje!

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Talvez ainda tenhamos algo aqui no site esta semana. Caso contrário, nos vemos semana que vem!

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Run!

9thtalking

Sejam bem-vindos ao Who Cares, futuros ouvintes!

Sabemos que a internet brasileira é farta em sites e podcasts sobre Doctor Who, e ninguém tinha pedido mais um. Mesmo assim, nós estávamos cansados de sofrer bullying no Melhores do Mundo e no Mimimi e resolvemos abrir isso aqui para comentar exaustivamente os pormenores do nosso querido seriado sem sofrer represálias de ninguém.

Mas por onde começar a abordagem de um programa de televisão com 50 anos de história e 800 episódios exibidos? Pelo começo, claro. Ou melhor, pelo recomeço.

Já que a maioria dos fãs brasileiros (inclusive nós) ainda não conseguiu encarar a prova de fogo das temporadas clássicas, optamos pela primeira temporada da nova série de 2005, com o nono Doutor. Apesar de ser a porta de entrada mais comum para o seriado, muita gente se assusta com os roteiros absurdos e a produção precária dessa fase e acaba abandonando o barco antes mesmo dele partir.

É aí que nós entramos. Revendo e comentando esses primeiros episódios um a um, entenderemos melhor o papel deles na trajetória do personagem, mostraremos curiosidades e claro, riremos muito da inexorável TOSQUEIRA que todo fã de Doctor Who deve aprender a abraçar como um rito de iniciação.

Assim, na segunda que vem, 28/07, esperamos vocês para fugir de manequins ambulantes em “Rose”, nosso primeiro episódio. Quem já viu, veja de novo e entre na conversa. E para quem ainda não conhece a série, esse é o momento – é mais fácil com um grupo de ajuda, acredite.

Aquele abraço e até lá!

JP, Thales Martins e Raphael Salimena